O que fazer em São Carlos: as principais atrações da cidade

Apenas uma pandemia como esta que vivemos conseguiu frear um pouco o ritmo de São Carlos.

A 13ª maior cidade de São Paulo em população, com cerca de 1000 indústrias instaladas, 1100 estabelecimentos comerciais e mais de 200 empresas agrícolas freou, mas não parou.

Se tudo correr bem, no ano que vem a cidade voltará ao seu ritmo frenético e multifacetado, democrático, uma cidade para todos os gostos e para todos os ritmos.

São Carlos é tradicional e avançada ao seu tempo, ao mesmo tempo. A presença da UFSCar, USP, Unicep, IFSP e Fatec faz com que cerca de 10% da população da cidade seja de estudantes. Por isso, tem muita coisa pra fazer além de estudar e trabalhar.

Gastronomia 

São Carlos se orgulha de muita coisa, e duas delas são dois dos principais gêneros de alimentação do estudante: lanche e pizza.

O lanche tradicional são-carlense é o prensado, com pão de hambúrguer com um palmo dediâmetro e no mínimo 3 dedos de altura. Tudo o que for menor que isso é considerado baby, mini (ou é de alguma franquia de fora). 

Já as pizzas, são para todos os gostos e todos os preços, desde a muito cara com ingredientes importados até as mais baratas que não deixam a desejar. São centenas de lanchonetes e pizzarias. 

Além disso, algumas pizzarias também possuem rodízios onde os universitários fazem competição de quantidade de pizzas devoradas — claro que deixando uma “montanha de bordas” à frente de seus pratos.

Mas não é só isso: todas as principais cozinhas do mundo têm seus restaurantes na cidade. E são muitos restaurantes por quilo ou à la carte e churrascarias para o dia a dia.

Além das cozinhas caipira, autóctone, tem restaurantes árabes, amazonenses, nordestinos, japoneses, chineses, coreanos, cantinas, mediterrâneos, alemão, francês, belga… enfim, para todos os gostos e todos os bolsos. 

E claro: todas as principais franquias de fast food também estão na cidade. Opção não falta.

Esportes

Só comer e não gastar causa obesidade e problemas de saúde. Não é por falta de opções que não se pratica esportes na cidade. 

A natureza da cidade ajuda de duas formas para quem corre ou anda de bicicleta: quem quer encarar o relevo acidentado, basta andar pela cidade na perpendicular dos rios que cortam a cidade. 

Quem quer um terreno plano, é só encarar as marginais que interligam a cidade. E se quiser encarar um pouco de tudo em contato com a natureza, a zona rural da cidade é imensa e recebe todos os dias ciclistas e corredores de performance ou amadores.

Além disso, várias praças da cidade contam com aparelhos de ginástica e playgrounds. Destaca-se o antigo Kartódromo, próximo a USP, que recebe milhares de pessoas todos os dias para correr, caminhar, fazer exercícios funcionais ou apenas passear ou fazer a feira em alguns dias da semana.

Os esportes coletivos na cidade também são muito praticados. A cidade conta com times e atletas de diversas modalidades disputando campeonatos nacionais e estaduais, para assistir e equipes amadoras e clubes que oferecem treinos para quem gosta de praticar.

Futebol, futsal, rugby, vôlei, natação, tênis, handebol, basquete, artes marciais e muitos outros são oferecidos para a comunidade. 

As universidades têm um papel fundamental nesse espírito, com mão-de-obra qualificada formada em educação física e praticantes de esportes menos comuns que acabam vindo para São Carlos para estudar.

A Taça Universitária de São Carlos – A TUSCA (ainda que a maioria se refira como O Tusca) é o torneio universitário que ocorre há 40 anos na cidade, e que além da parte esportiva ainda se tornou a maior festa da cidade, entrando inclusive para o calendário municipal.

Não é exagero dizer que todos os bairros da cidade contam com academia de ginástica.

Os estabelecimentos que sofreram muito com a pandemia conseguiram se manter, e muitos outros acabaram sendo abertos, e começam a voltar à plena atividade, apenas limitados pelos protocolos sanitários.

Também não faltam opções de preço e estilo.

Bares e baladas

Com uma população tão heterogênea, as opções de botecos acompanham a variedade da população.

Próximos às universidades há inúmeros botecos que são frequentados pelos jovens da cidade, sejam universitários ou não, para tomar cerveja, comer uma porção e conviver. 

Mais para o Centro, além de choperias e bares mais sofisticados, diversas casas oferecem as mais variadas opções de música aliada à balada: rock’n roll, samba e pagode, música brasileira, jazz e blues, música sertaneja, eletrônico. 

Voltamos a dizer: opções não faltam.

Festas tradicionais 

Além do já citado Tusca, São Carlos conta com diversas festas tradicionais da cidade: Festa do Clima em abril, Chorando sem Parar (festival internacional de Música Instrumental Brasileira para difundir o Choro e gêneros afins).

Oo Matsuri, festival que celebra a cultura japonesa.

A Festa do Milho que acontece também em Abril no distrito de Água Vermelha (12 km de São Carlos).

A Festa da Laranja e do Açúcar no distrito de Santa Eudóxia ocorre todo mês de julho, e festas devocionais de paróquias na zona rural e urbana.

Pontos turísticos

São Carlos tem vários pontos turísticos a serem visitados. O Parque Ecológico de São Carlos Dr. Antônio Teixeira Vianna (Zoológico) existe há mais de 40 anos e fica colado à UFSCar, possuindo mais de uma centena de espécies diferentes. 

Tem importante papel na pesquisa da reprodução em cativeiro das espécies, tendo tido sucesso em reproduções como do urso de óculos e do mico-leão-dourado. 

Outro ponto turístico científico é o Centro de Divulgação Científico e Cultural da USP, no Centro, que possui exposição permanente de atrações científicas, ideal para estudantes, recebendo inclusive diversas excursões, que geralmente são emendadas às visitas às universidades.

A cultura do café, que deu início à cidade, ainda pode ser revisitada nas diversas fazendas históricas ao redor do município, sendo que duas exploram o potencial turístico: A Fazenda do Pinhal, que deu origem à cidade de São Carlos e existe desde 1780 como Sesmaria e 

Fazenda Santa Maria do século 19, abriga além de uma “casa museu”, além de trilhas e um restaurante de comida típica.

Também o Vale do Quilombo, próximo a Santa Eudóxia, onde um quilombo que deixou apenas rastros foi fundado na mesma época. Ambas têm de ter as visitas agendadas. 

Além disso, a Fundação Pró-Memória mantém na Estação Ferroviária o Museu de São Carlos, que com exposições permanentes ou temporárias, mostra a história do desenvolvimento de São Carlos.

A cidade tem muito mais a oferecer do que consta neste post. Se alguém que quer morar aqui perguntar a 10 pessoas diferentes, as dez pessoas falarão de lugares diferentes para se visitar: bosques, praças, aparelhos culturais, cachoeiras e outras atrações naturais que podem ser aqui ou nas cidades vizinhas, como Analândia, Itirapina, Brotas, Ibaté. 

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